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segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Saúde financeira do colaborador: como e por que as empresas deveriam olhar para este ponto

*Por Fabio Zveibil, VP de Desenvolvimento de Negócios da Creditas
Eu não sei se você já ficou devendo a fatura do cartão de crédito ou se você se enrolou com alguma dívida. Eu também não sei como você reagiu ao fato de estar endividado nem como este cenário afetou a sua saúde (mental e física), sua qualidade de vida e seus relacionamentos. O que eu sei é que a maioria das pessoas que eu conheço e que fazem parte da estatística dos inadimplentes possui algum comportamento prejudicial para si e/ou para os outros. 

Já vi pessoas perderem o sono, o casamento e até o emprego. Enquanto umas desabafam com amigos, pegam empréstimo com familiares e desenvolvem ansiedade; outras ficam caladas, buscam resolver e negociar o débito, mas se deparam com as taxas de juros alarmantes disponíveis no mercado, o que chamamos de crédito tóxico aqui na Creditas. Aí, a bola de neve só aumenta. Afinal, mesmo após os seguidos cortes na Selic, o Brasil continua no ranking das maiores taxas de juros do mundo, ocupando atualmente o 8º lugar, atrás apenas de Argentina, México, Indonésia, Índia, Turquia, Rússia e Malásia. 

As estatísticas comprovam o impacto negativo que as dívidas causam nas pessoas: um levantamento feito por John Gathergood, da Universidade de Nottingham, na Inglaterra, analisou a saúde mental e financeira de aproximadamente 10 mil pessoas e chegou a conclusão que: pessoas que devem sentem um aumento de constrangimento diante de colegas, desenvolvem fobias e insônia, o que reduz sua capacidade social e de concentração. A análise foi feita em 2012, mas não podia ser mais atual.

Agora, imagine você, CEO, fundador, CFO, profissional de Recursos Humanos: quantos colaboradores da sua empresa estão endividados? Quantos deles estão rendendo menos no trabalho por conta dos juros do rotativo do cartão que contribuem para o crescimento daquela dívida que já foi pequena? 

Hoje, se fala muito em ter um ambiente que cuide do bem-estar do funcionário. Eu concordo. Passamos a maior parte do dia no escritório, e o ambiente de trabalho que construímos reflete diretamente na produtividade dos colaboradores. Mas ainda se fala muito pouco em cuidar da saúde financeira do colaborador. Segundo a Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), 84% dos trabalhadores entrevistados em uma pesquisa sobre inadimplência enfrentam dificuldades quando o assunto é dinheiro e sofrem prejuízos por não entenderem de finanças.


Um profissional que rende pouco e está com o emocional debilitado, muitas vezes, se torna desinteressante para a empresa. Mas e aí, o que fazemos? Descartamos? Claro que não. Neste momento também é papel da empresa buscar soluções que auxiliem nos problemas dos colaboradores. 

Frutas à vontade disponíveis no escritório, parceria com academias, plano de saúde, espaço para melhorar a concentração, entre outros benefícios, fazem parte do pacote oferecido pelas empresas, o que já é incrível quando se fala em bem-estar. Mas o que é oferecido para ajudar no bolso do colaborador?

O brasileiro tem fácil acesso às piores taxas de juros. Ao crédito tóxico, como mencionei no início deste artigo. Por que não facilitar o acesso do colaborador a um crédito barato, que o ajude a organizar suas finanças, a realizar a viagem dos sonhos, reformar a casa, estudar? Ou por que não disponibilizar cursos de educação financeira para todos os funcionários?

Ter opções de empréstimo consignado para funcionários na empresa e consultorias de educação financeira podem ajudar a aumentar a produtividade do colaborador. 

Imagine que um colaborador seu está com uma dívida que não para de crescer a um juros de 300% ao ano, está com medo de não conseguir quitar, e você, como empresa, oferece para ele um curso de educação financeira e também conta que a empresa tem parceria com instituições que oferecem benefício do crédito consignado. Ele pede o empréstimo e, com a ajuda do consultor financeiro, quita a dívida, e consegue respirar aliviado. 

A partir daí, o seu foco não está mais nas dívidas, na ansiedade de resolvê-las. O foco estará em escalar ainda mais o negócio com novas ideias. Imagine um cenário diferente também: sua colaboradora tem o sonho de conhecer a Inglaterra, mas não tem dinheiro suficiente para bancar as férias em libra. Aí, ela usa o benefício da sua empresa e volta de viagem com fotos incríveis na Tower Bridge.

É preciso olhar para o bolso do colaborador: ele está diretamente relacionado à saúde mental e física e à sua produtividade. Ou seja, antes de decidir quais são os melhores benefícios para oferecer aos colaboradores, é preciso pensar que eles deveriam ir além do Vale Transporte e do Vale Refeição. Benefícios deveriam influenciar diretamente e positivamente na evolução, na saúde e na vida financeira de cada um.

Karina Rossi karina@viniciuscordoni.com 

Postura de vendedor é necessário ao franqueado

“Não basta ter um negócio, a gente precisa fazer ele andar e conquistar clientes... faz parte dessa realidade”, comenta franqueada da Gigatron Franchising

A rotina é dividida entre gestão e vendas. Leila Batista da Silva, 44 anos, é franqueada da rede de tecnologia Gigatron Franchising (marca desenvolvedora de software) em Osasco (SP). Dona do seu próprio negócio, ela assume diariamente outro papel para garantir que sua unidade tenha um bom desempenho, o de vendedora.

“A vida no franchising é assim, é correr atrás. Não basta ter um negócio, a gente precisa fazer ele andar e conquistar clientes... faz parte dessa realidade”, comenta a empresária. Por mês ela vende uma média de quatro a seis sistemas.

Postura de vendedor

O vendedor é a porta de entrada para qualquer negócio, especialmente aqueles com presença no varejo. As franquias têm atuação direta nesse segmento e por isso, todo franqueado precisa dominar a área de vendas. Seja ele dono de uma loja - de rua ou shopping - ou ainda que preste serviço, ele precisará vender!

A Leila, por exemplo, dá suporte ao sistema que oferece aos seus 280 clientes com atendimentos remotos e in loco, realiza relatórios e mudanças no sistema, e também vai à campo em busca de novos clientes. No suporte, ela tem um funcionário que a ajuda. De acordo com ela, uma venda de sistema envolve muitas frentes, como a venda do software e equipamentos, treinamento, instalação e acompanhamento do cliente. Uma implantação leva quase três dias para ser concluída, e por isso, ter um respaldo a ajuda muito.

“Por isso, nós precisamos ter também um pouco de vendas na ‘veia’. Um franqueado precisa dividir seu tempo entre administrar a operação e ir à campo atrás de clientes. Nesse caso o segredo é ter um bom planejamento. Apesar de cansativo, vale a pena”, fala a empreendedora que acumula um faturamento bruto mensal de R$38 mil.

Para garantir uma boa rentabilidade”

Johnny Eberson Jardinette, 47 anos, também leva a mesma rotina. A única diferença é que ele conduz uma unidade a mais (Araçatuba e Guararapes – interior de SP) e, assim, os esforços precisam ser redobrados. “É um trabalho que exige muita disciplina, até porque são muitas frentes para serem conduzidas. Mas trabalhar como vendedor, oferecendo seu serviço ao mercado é o que faz o negócio girar. Para garantir uma boa rentabilidade e conquistar o sucesso da unidade, é preciso entender que essa parte é imprescindível no negócio”, evidencia.

Tantas visitas garantem ao Johnny um bom faturamento. Para este ano a previsão é de que ele atinja R$500 mil – somando as duas unidades.

Contudo, o empresário reforça uma questão: “E não só vendedor, precisamos ser conhecedor de negócios também! Nós temos de entender qual a necessidade do cliente. Quando ele precisa de um sistema apenas para cumprir a parte fiscal, ai é fácil, nem precisa ser vendedor. Mas quando o cliente precisa de um sistema pra fazer gestão, além de vendedor, o franqueado precisa entender de mercado e de negócio”, diz.

Quem entende

O diretor executivo da Gigatron Franchising, Marcelo Salomão, domina como ninguém o assunto. Além da empresa de tecnologia, ele conduz outros dois grandes empreendimentos (ele é também investidor anjo de startups) e precisa diariamente “vender seu peixe”! Aliás, foi vendendo que ele deu início à sua carreira – quando tinha 15 anos, ele era sacoleiro. Comprava produtos no Paraguai e revendia. De lá pra cá, conquistou seu patrimônio na base da venda - de franquias e de ideias! Todos os seus negócios juntos somam um faturamento bruto de R$10 milhões.  

Assim, Salomão sempre orienta cada novo investidor. Entre as principais dicas, ele cita três:

1) O vendedor precisa acreditar no produto que vende, saber o valor que esse produto ou serviço representa para o cliente. Da mesma forma que o cliente confia na empresa o vendedor também precisa confiar. Saber que a empresa realmente tem algo de útil para acrescentar na vida dos clientes faz o vendedor defender a ideia e as missões dessa empresa.

2) É preciso ouvir o cliente para entender sua necessidade, sempre lembrando que cada um tem seu próprio jeito. O cenário de cada cliente também é diferente, seu poder de compra, sua disponibilidade de ouvir sobre novos produtos, tudo isso precisa ser levado em conta.

3) O cliente precisa ser recebido (e bem recebido!). Por isso, é crucial estar apresentável e ter uma boa postura. Cuidado com o tom de voz, ele transmite suas emoções e seu temperamento.

Fatos&Ideias Comunicação Atendimento atendimento.fatoseideias@gmail.com

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Cinco coisas que não se deve falar no ambiente de trabalho

Até uma frase que sai sem querer pode te prejudicar na empresa 

Sua carreira é resultado de empenho e dedicação, porém, o que pode faltar é a qualidade e postura no ambiente de trabalho, que está intimamente veiculado o que também precisa ficar claro é que a qualidade do ambiente de trabalho está intimamente vinculada à postura e comportamento dos colaboradores.
“Adotar discursos agradáveis e positivos, além de ser uma atitude inteligente, com certeza agregará no crescimento de sua carreira, pois um ambiente harmônico, em muito favorece na qualidade do desenvolvimento de suas atividades”, conta Claudia Deris, gestora de carreira.
Discursos que agridem ou ofendem de alguma forma, no mínimo, causam reações negativas por parte de todos. Saiba quais são:
Criticar a postura da empresa
Ao se deparar com uma empresa nova, é comum que profissionais não se adaptem às regras internas, políticas de convívio, gestão, normas de vestimenta e etc. Comentários negativos sobre a cultura da empresa devem ser evitados, afinal, a última coisa que queremos é que seu gestor questione se o seu perfil é adequado para o cargo ocupado e se compensa, para a empresa, investir em você.
Questionar a remuneração do colega de trabalho
Em uma empresa existem diversos cargos, todos eles com salários variados e que foram conquistados por profissionais das mais diferentes formas. Questionar o quanto seu colega de trabalho recebe é o mesmo que deixar sua oportunidade de evoluir em sua carreira para trás, pois entrará no campo injusto da comparação e se dará ao direito a só fazer algo diferente se primeiro for mais bem remunerado, o que não passa de um grande erro.
Falar sobre detalhes da vida pessoal
Mesmo sabendo que passamos a maior parte do tempo em nosso ambiente de trabalho, evite expor sua família, ou amigos com comentários acerca de situações e comportamentos ocorridos em locais totalmente desconexos ao seu trabalho, além da exposição desnecessária, seus colegas poderão sentir-se inseguros em relação ao que você pode comentar deles em outros ambientes.
Palavrões
Apesar de comuns no dia-a-dia os palavrões não são bem vistos no ambiente de trabalho, pois além de muitos profissionais sentirem-se desrespeitadas, também pode passar a ideia de que só consegue demonstrar firmeza no posicionamento firme devido ao excesso de palavras de baixo calão
Contar vantagem 
Muito cuidado ao se colocar como salvador da pátria quando assumir uma nova rotina, ou cargo. Até porque alguém esteve ali antes e fez o máximo que pode, sem contar que mesmo tendo qualificação para desenvolver tais habilidades em nada significa que estará livre de erros e de acompanhamento dos mais experientes.
“Evitar algumas atitudes pode manter sua postura clara e profissional diante dos colegas, o que traz apenas benefícios”, finaliza a gestora.

Verônica e Helena| Toda Comunicação 

Cuide de suas cidades empresariais

É unânime notarmos que quando uma empresa vende mais, os demais pontos da empresa também tendem a aumentar suas demandas, com auxilio da utilização das ferramentas tecnológicas que farão toda a diferença na produtividade de seu time.
Uma empresa que deseja crescer e ainda usa planilhas antigas pra gerenciar seus pagamentos e recebimentos, terá muito mais trabalho do que uma empresa que já adotou as novas ferramentas tecnológicas para lhe ajudar a fazer a gestão de seus setores, podendo gerenciar todas as movimentações financeiras e relatórios da empresa de forma automática. 
Pense na economia de tempo e lembre-se de que tempo é dinheiro, e que será alcançado por meio da correta aplicação da transformação digital em seu ambiente organizacional; liberando assim espaço para que o seu time possa desenvolver mudanças contratuais que você sempre precisou e que antes alegava não ter tempo, além de ainda dar entrada naquela documentação para baixar seus custos referentes a taxas de banco; tudo isso por ter otimizado os processos convencionais e analógicos de seu time.
Estas novas tecnologias trazidas por meio dos aplicativos e plataformas garantem benefícios às empresas que sabem como se portar em meio as inovações. Permitindo que os times de vendas e pré-vendas contem com uma ferramenta que grave todas as ligações e reuniões de forma integrada, para que se conheça o perfil de seu cliente, a fim de saber como despertar nele o interesse pelos seus serviços e produtos.
Além da facilidade trazida ao Gestor para analisar os métodos utilizados por seus vendedores para se alcançar melhorias em seu setor de vendas, a fim de acompanhar sua linha de execução, automatizando o cadastro, os meios de vendas e os demais processos empresariais.
Seja bem-vindo ao início da evolução na transformação digital em sua empresa, automatizando os serviços realizados em seus setores, implantando as novas ferramentas em meio aos processos empresariais. Agora se achou muita informação, selecione uma semana para analisar quanto tempo leva a execução de cada processo na empresa e tenha a certeza de que a tecnologia consegue deixar sua vida mais ágil e produtiva.
A chave para o sucesso são times integrados, que refletem em processos mais alinhados e com métricas reais, sem achismo e sem talvez, afinal os números nunca mentem.
Se leu este artigo até aqui, significa que está curioso para saber quais os próximos passos para viver o digital, então lá vai uma dica. Passe a ver os setores de sua empresa como se fossem cidades que fazem parte de um Estado, se as cidades forem mal administradas acarretará em dificuldades para o Estado. Que tal cuidarmos de nossas “cidades”?

Karol Rabello redacao@blobweb.com.br

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

4 dicas para driblar dificuldades financeiras e reinventar o negócio

CEO do Grupo Velocity, que lidera o ranking em rede de studios boutique de bike indoor no Brasil, dá dicas para o seu negócio 

No Brasil, o número de empresas inadimplentes aumentou em 4%, aponta um levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). De acordo com os dados divulgados, 56% das empresas possuem pendências que ultrapassam a cifra de R$ 1 mil, devendo uma média de R$ 5.582,90.
E com o aumento crescente de empresários endividados, Shane Young, que é Cofundador e CEO do Grupo Velocity, empresa do segmento de health e wellness, destaca algumas dicas importantes para lidar com os contratempos do seu negócio. Confira abaixo.
Dica 1 - É muito importante ter um controle financeiro bem profundo a respeito do seu negócio. Fluxo de caixa e um DRE bem desenvolvidos são os relatórios mais importantes para você conseguir manter e entender sobre a “saúde” da sua empresa;
Dica 2 – Ouça o que seus funcionários e clientes têm a dizer.  Muitos profissionais querem continuar empurrando uma estratégia que talvez não seja a correta. É muito importante escutarmos aquelas pessoas que estão à frente do negócio, ou seja, os colaboradores, mas também quem está utilizando nossos serviços ou produtos, que são os clientes.  Eles são essenciais para sabermos se existe um problema ou não;
Dica 3 - Não olhe para concorrência, mas esteja atualizado a respeito dos mercados lá fora e as novas tendências de mercado.  Quando você está fixado no seu concorrente, você perde tempo em focar na sua própria empresa. E com isso, você também não desenvolve o seu diferencial, que é o que de fato te colocara à frente dos demais. É importante estar evoluindo sempre, buscando uma novidade, de olho em mercados diferentes, mercados de fora e nas novas tendências do mercado;
Dica 4 - Não tenha medo de arriscar, mas sempre valide o que vai fazer antes.  Muitas vezes precisamos arriscar para evoluir, mas com a consciência que é necessário ter cautela.  Faça testes antes de lançar aos seus clientes. Não há nada pior do que lançar uma nova campanha, produto ou serviço, sem validar com antecedência e depois ter de tirar o produto de circulação.
Clozel Comunicação | Ana Penteado

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

2020 OPORTUNIDADE - Quer vender mais? Fidelizar seu cliente? DAREMOS DICAS

JLC Consultoria Independente

Quer vender mais? Fidelizar seu cliente? Cativar o cliente é muito mais do que fazê-lo voltar, é fazê-lo indicar outros com propaganda boca a boca positiva. Saiba como motivar seus funcionários para encantar o cliente, percebendo qual sua real necessidade, motivações. Nós daremos dicas de como alcançar suas metas com a elaboração de um plano de negócio ajustado com as suas necessidades, analisando as oportunidades e ameaças do ambiente interno e externo. 

jlcconsultoria07@gmail.com
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sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Conheça os cinco erros mais comuns de vendedores varejistas
Vender no varejo não é fácil, são muitos os pontos que devemos tomar atenção. Taxas de marketplace, concorrência, embalar pacotes e assim por diante. São tantos os focos que devemos dar que acabamos cometendo alguns erros que podem ser prejudiciais para o negócio. Com isso em mente, nós separamos os cinco maiores erros que um lojista pode cometer no varejo.
1.Rateio de custos fixos no preço: amplamente difundido pela contabilidade, ratear o custo fixo é uma prática que visa levar os custos fixos do negócio até o cliente, através do preço de venda. No entanto, no varejo, esse método não se mostra tão eficiente assim, a medida em que lidamos com um mercado bastante competitivo.
Quando olhamos por essa perspectiva, o rateio de custos se torna uma verdadeira armadilha, a partir do momento em que temos grandes comércios com uma estrutura de custos alta competindo contra pequenos e médios empresários, com baixíssimos gastos.
2.Não apurar a margem de contribuição: caso você não saiba o que é a margem de contribuição, esse indicador é a margem de lucro bruto das vendas. Esse lucro é encontrado após subtraírmos do preço de venda, os seus custos e despesas variáveis. Dessa forma, margem de contribuição = preço de venda – custos e despesas variáveis.
A partir desse lucro, temos uma visão clara do valor que será utilizado para pagar os nossos custos fixos. Assim é possível ajustar a nossa margem de contribuição para que o nosso preço de venda seja competitivo e claro, consiga contribuir para pagar os nossos gastos.
Um problema comum no varejo é acreditar que possui uma margem de lucro, quando na verdade ela é outra ou até negativa. E da mesma forma que podemos analisar a margem de apenas uma venda, podemos fazer o mesmo para todo o negócio, analisando o faturamento e geração de lucro, com a margem total.
3.Crescimento insustentável: a grande maioria dos lojistas acreditam que a palavra da vez no varejo é “vender”. Essa palavra é sim importante, mas ela deve vir acompanhada de um mix de outros termos, como gestão e processos para então construir uma base sólida para aumentar cada vez mais o volume de vendas, sem que hajam problemas financeiros.
Além disso, para crescer de forma saudável, é preciso monitorar indicadores como o capital de giro, lucratividade e rentabilidade. Esses três indicadores vão poder te dizer se o caminho financeiro está correto.
4.Controle do capital de giro: o capital de giro é outro indicador fundamental para quem vende no varejo e frequentemente esquecido. Basicamente, ele mede o capital necessário para manter todos processos da loja, em dia. Como a reposição de estoque, por exemplo. A maneira como compramos os nossos produtos e os vendemos vai impactar diretamente neste indicador.
Logo, rodar a operação da empresa sem ter controle sobre o capital de giro, e nem utilizá-lo como meta, é um enorme erro.
5.Métricas de vaidade: gerir a sua loja utilizando métricas de vaidade para mensurar a saúde do negócio é o último erro comum, principalmente se não for utilizado um processo de gestão financeira claro.
Basicamente, esse termo se refere a indicadores que mascaram a real situação financeira, como o faturamento e outros. Como nós vimos até então, podemos realizar uma venda e gerar receita, mas do que adianta realizá-la se não há lucro? Do que adianta dobrar o faturamento, se o capital de giro for o responsável pela quebra financeira do negócio? Não é interessante faturar 1 milhão de reais e ter ao final do mês apenas R$10.000,00 de lucro líquido, estamos falando de uma lucratividade de apenas 1%. Ou seja, para cada real faturado, a loja teria apenas R$0,01 de lucro líquido.
E para contornarmos essa situação, precisamos ter em mente que apenas o faturamento não é importante, ele precisa vir acompanhado de outros indicadores como a margem de contribuição e o capital de giro, por exemplo. Partindo destes, será possível mensurar esforços e vender de forma saudável. Não é a toa que faturamento é ego, lucro é ponto de vista e caixa é realidade.
Sobre Alessandro Silveira - é formado em Administração e Comércio Exterior pela FESP. É sócio fundador do Ideris. Possui especialização em Administração pela New School University em Nova York. Passou mais de 20 anos no campo de logística internacional trabalhando em diversos projetos e setores por todo o mundo. Trabalhou na MAERSK como Gerente de Desenvolvimento de Novos Negócios. Na CNH, divisão agrícola da Fiat Chrysler, ocupou o cargo de gerente de Inbound. Morou 10 anos em Nova York, onde criou uma empresa de importação e distribuição de componentes para indústria moveleira. Também foi responsável pelo transporte de carga para ajuda humanitária para o WFP (World Food Programme) da ONU.*Alessandro Silveira

Carolina Lara
carolina@carolinalara.com.br 

Como o ambiente do estabelecimento influencia o cliente

O estilo escolhido para seu restaurante deve ser condizente com o público-alvo

Todo ambiente deve ser planejado de acordo com o perfil do seu cliente. “Qual é a faixa etária do meu cliente? Qual é o estilo? O que ele procura?”, essas são perguntas essenciais a se fazer no momento de planejar e montar o ambiente.
“O conforto do cliente é influenciado por inúmeros estímulos que estão diretamente relacionados com os órgãos sensoriais”, conta Gustavo Romero, proprietário do SINA Fast Casual Burgers. Esses fatores estão associados à linguagem não-verbal, que influencia diretamente as reações dos clientes diante do produto. Esses estímulos podem ser:
Visual
Sendo o cartão de visita de seu restaurante, deve ser elaborado com máximo cuidado, e não deve poupar um significativo investimento. Lembrando que o planejamento deve ser feito pensando no público-alvo.
Cores

Podem descrever se seu ambiente é Moderno, Clássico, Vintage ou Rústico. O tom da cor utilizada pode remeter desde um ambiente tradicional ao descolado, no caso dos tons mais escuros são associados ao tradicional e tons mais vibrantes expressam vivacidade.
Iluminação
Ela é responsável pelas sensações que o cliente terá no ambiente, além do aspecto de visibilidade do local. Esses estímulos têm como função atrair a atenção dos clientes, no caso das cores, um ambiente que utiliza a cor Amarela tem como objetivo estimular a fome, ou o vermelho que chama a atenção do cliente para o estabelecimento.
Pensando nesses aspectos Gustavo Romero, proprietário do SINA Fast Casual Burgers, elaborou o ambiente de seu negócio a partir da ideia de transmitir um local convidativo e seguro para seus clientes, levando em conta o estilo Fast Casual.
“O nosso público é relativamente jovem, até 35 anos, e costuma ter um estilo mais ‘descolado’. A arte de rua nas paredes, o preto que fica em destaque e até mesmo o atendimento combinam não só com os clientes, mas com o próprio estilo do SINA”, relata Romero. Até mesmo o design do banheiro e frases que costumam aparecer na decoração do SINA estão veiculadas diretamente ao cliente.
Encontrar o equilíbrio entre o que o público procura e o que você oferece é encontrar um estilo único para o seu estabelecimento.

Verônica e Helena| Toda Comunicação 

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Consultoria pelo Whats App para micros empreendedores

OPORTUNIDADE GRUPO DE TRABALHO pelo Whats App para micros empreendedores

JLC Consultoria Independente

Quer vender mais? Fidelizar seu cliente? Cativar o cliente é muito mais do que fazê-lo voltar, é fazê-lo indicar outros com propaganda boca a boca positiva. Saiba como motivar seus funcionários para encantar o cliente, percebendo qual sua real necessidade, motivações. Nós daremos dicas de como alcançar suas metas com a elaboração de um plano de negócio ajustado com as suas necessidades, analisando as oportunidades e ameaças do ambiente interno e externo. 

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quarta-feira, 23 de outubro de 2019

4 dicas para você conquistar mais clientes para o seu negócio

Segundo pesquisa encomendada pela Zoho, a maioria dos clientes brasileiros fornece dados pessoais às empresas 'sem problema'
Na hora de começar uma empresa ou lançar um produto, ter presença on-line é tarefa obrigatória para muitos tipos de negócios. A Zoho, empresa indiana de softwares, e a Toluna Insights realizaram uma pesquisa com mais de mil brasileiros para descobrir os principais comportamentos desses consumidores. Com base na pesquisa, reunimos algumas dicas de como conquistar mais clientes para a sua marca no ambiente digital e como utilizar as informações disponíveis dos clientes a seu favor.
  1. Tenha um e-mail com domínio próprio
Pode não parecer tão importante ter um e-mail para a sua marca, mas de acordo com o levantamento feito pela Zoho, 42% das pessoas não confiam em marcas sem um e-mail próprio. Isso representa que essas empresas perdem oportunidades de negócios da ordem de R$ 11 bilhões por ano (considerando os dados da 40ª edição do levantamento Webshoppers). Após escolher e registrar seu domínio - que pode ser usado no endereço do site e dos e-mails -, muitas empresas hoje permitem que você crie de forma prática e rápida um endereço eletrônico empresarial, e algumas até oferecem esse serviço gratuitamente. Portanto, se você planeja uma estratégia online, comece registrando seu domínio e criando o seu e-mail corporativo.
  1. Otimize suas redes sociais e seu website
As mídias sociais hoje são grandes aliadas das empresas. Uma indicação disso é que 51% dos entrevistados na pesquisa acreditam que os anúncios em redes sociais são a abordagem com mais impacto sobre o consumidor na hora de fazer negócios. Mantenha suas redes e website atualizados, desenvolva conteúdos interessantes e mantenha uma estratégia fluida por todos os canais de comunicação com seu cliente.
  1. Aproveite as informações que o consumidor oferece
Em um mercado extremamente competitivo, uma das dificuldades das marcas, especialmente as novas, é conquistar o engajamento e a fidelidade do consumidor. Segundo a pesquisa, 41% dos donos de empresas entrevistados consideram caros os softwares de gerenciamento para redes sociais e 30% tem dificuldade em captar dados. Isso significa que, ao investir nessa área, sua empresa estará a frente de 30% de seus competidores. Ao acompanhar seu cliente em suas redes é possível identificar seu comportamento, suas preferências e assim, fidelizá-lo, além de captar novos consumidores.
  1. Faça campanhas assertivas
31% dos entrevistados acredita que a melhor forma de manter um relacionamento com o cliente é através de promoções e descontos. As marcas precisam reconhecer claramente as nuances específicas de quais ofertas e recompensas atraem cada cliente e saber através de quais canais de comunicação eles estarão mais envolvidos. Para isso, é muito importante acompanhar as necessidades e solicitações de seus clientes nesses canais. 
"A tecnologia deve ajudar as empresas. Em vez disso, ela evoluiu para algo complexo onde os consumidores precisam organizar aplicativos de vários fornecedores e resolver o quebra-cabeça de integração entre eles, até lidar com fornecedores que obrigam os clientes a contratos caros e extensos. O setor de tecnologia está nesse caminho a tempo demais e isso precisa mudar ", diz Raju Vegesna, evangelista-chefe da Zoho.

Maria Amélia maria@sherlockcomms.com por  pressmanager.net 

Entenda como o preço dos seus produtos pode impactar nas vendas

* Por Alessandro Silveira
Precificar o seu produto é um desafio muito grande. Afinal, de todas as fases da jornada da venda, definir qual deve ser o preço do seu produto, é a que impacta diretamente no seu lucro, definindo se você vai ter sucesso ou não. Existe muito a se considerar nesse momento, primeiramente você precisa ter alguma porcentagem de lucro em cima do que você vende.
Para isso o primeiro passo então é contabilizar todos os seus gastos. Incluindo o gasto total com funcionários, localização, estoque, etc. Uma vez com esses gastos em mente, você pode projetar o lucro mínimo para que sua operação seja sustentável, e você pode começar a planejar a precificação do seu produto.
A grande questão é justamente que não existe uma forma correta de fazer isso, você pode ter diversas opções e grande parte delas pode estar correta. É possível, por exemplo,  oferecer frete grátis para alguma região específica e incorporar os custos da entrega no produto, também é possível optar por ter preços mais competitivos em marketplaces que possuem buy box, e compensar esses gastos aumentando os seus preços em outros marketplaces. Outra opção seria acompanhar a precificação dos seus concorrentes para oferecer preços sempre mais baixos, para conseguir um posicionamento competitivo.
Todas essas opções podem fazer sentido para você, mas é necessário analisar caso a caso. O segredo para conquistar o preço correto de um produto é saber dosar dois aspectos: a porcentagem do seu lucro e a precificação dele. Contanto que isso seja bem balanceado, você chega mais perto de alcançar o tão sonhado sucesso com as vendas online.
As consequências de não saber dosar cada um desses fatores porém, pode ser extremamente prejudicial. É comum que na busca por ter uma maior competitividade e ter uma falsa sensação de sucesso, muitas lojas online acabam entrando em falência, simplesmente devido a uma conta que não fecha no final.
Para manter o seu negócio estável, o controle financeiro deve ser o primeiro e principal pilar da sua operação. Com um bom acompanhamento desses fatores, a sua loja online tem tudo para vender cada vez mais.

Carolina Lara carolina@carolinalara.com.br

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

OPORTUNIDADE GRUPO DE TRABALHO pelo Whats App para micros empreendedores

JLC Consultoria Independente

Quer vender mais? Fidelizar seu cliente? Cativar o cliente é muito mais do que fazê-lo voltar, é fazê-lo indicar outros com propaganda boca a boca positiva. Saiba como motivar seus funcionários para encantar o cliente, percebendo qual sua real necessidade, motivações. Nós daremos dicas de como alcançar suas metas com a elaboração de um plano de negócio ajustado com as suas necessidades, analisando as oportunidades e ameaças do ambiente interno e externo. 

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A importância da educação financeira para empreendedores

A importância da educação financeira

A educação financeira abrange a compreensão de diversos conceitos e ferramentas relacionados à gestão da empresa. Este conhecimento ajudará o empreendedor a desenvolver a competência de analisar a saúde financeira do negócio, permitindo tomar as melhores decisões.
Trata-se do ponto de partida para gerenciar o dinheiro da melhor forma possível, maximizando os resultados empresariais.
Existem inúmeras vantagens para o empreendedor que investe em sua educação financeira. Veja algumas delas:
  • avaliar a necessidade de empréstimos;
  • controlar as despesas;
  • controlar o fluxo de caixa;
  • verificar a viabilidade de novos investimentos;
  • melhorar a precificação de produtos e serviços.
Daí a necessidade de realizar a gestão financeira, tomando as melhores decisões para manter a sustentabilidade do negócio.

A educação financeira na gestão do negócio

Existem diversos conceitos e ferramentas que podem auxiliar o empreendedor na gestão financeira da empresa. Veja os principais:

Aprender sobre finanças

O primeiro passo na educação financeira do empreendedor é estudar alguns conceitos básicos de finanças. Dentre eles, destacam-se os demonstrativos gerenciais, que fornecem um panorama completo dos resultados do negócio.
Por meio deles, o empreendedor acompanha as movimentações financeiras ocorridas internamente, as mudanças patrimoniais, os lucros ou os prejuízos obtidos, entres outras informações essenciais para o empreendimento.

Balanço patrimonial

Mostra a situação financeira da empresa, o que inclui os ativos, os passivos e o patrimônio líquido;

Demonstração do Resultado do Exercício (DRE)

É um relatório que lista as receitas, as despesas e o lucro líquido de um determinado período;

Demonstração do fluxo de caixa

mostra as saídas e as entradas de dinheiro, os saldos em caixa e em contas bancárias, entre outras operações.

Fazer um planejamento financeiro

Planejamento financeiro é outro item de fundamental importância na educação financeira do empreendedor. Por meio dele, é possível gerenciar o setor financeiro da empresa, projetando as receitas e as despesas, visualizando claramente quanto pretende faturar, gastar, investir e lucrar.
Por outro lado, uma empresa sem planejamento financeiro utiliza o dinheiro que entra no seu caixa sem pensar nas consequências ou levar em conta a situação do mercado.
O empreendedor precisa conhecer profundamente o mercado no qual está inserido, suas possibilidades e necessidades. A partir disso, é possível traçar um panorama de gastos e organizar um planejamento do quanto será necessário para abrir uma empresa ou para mantê-la em funcionamento.
Assim, o planejamento financeiro envolve questões como:
  • monitoramento de gastos e receitas;
  • orçamento da empresa;
  • gestão de fluxo de caixa.

Separar finanças pessoais e empresariais

Esse é um erro clássico de quem não tem educação financeira e que atrapalha na gestão da empresa.
Embora possa parecer óbvio, muitos empreendedores ainda misturam suas finanças pessoais e empresariais. O que leva a um erro grave que pode comprometer o futuro do negócio ou até mesmo levá-lo à falência, se perder o controle do caixa.
Outro erro grave é o empreendedor fica deslumbrado com o volume de capital que gira nas contas empresariais e adotar um estilo de vida que não condiz com sua situação financeira real.
Ambos os casos se caracterizam por retiradas do caixa de montantes que comprometem a saúde financeira do negócio.
Para manter o planejamento e a saúde financeira da empresa, o mais indicado é que o empreendedor determine um valor fixo mensal para retirar como um salário, ou seja, seu pro-labore.

Controlar o fluxo de caixa

Controlar o fluxo de caixa é outro passo importante na educação financeira para empreendedores.
O fluxo de caixa é um instrumento de gestão encarregado de registrar as movimentações econômicas, compostas pelas entradas e saídas de valores do empreendimento.
As saídas correspondem aos gastos com insumos, salários e pagamentos de fornecedores, entre outros custos necessários para a empresa funcionar.
Já as entradas consistem nos valores que chegam ao caixa da empresa, sendo provenientes de vendas de produtos ou serviços, comercialização de ativos e recebimentos de dívidas, entre outros.
O fluxo de caixa ajuda a identificar corretamente as contas que mais consomem recursos da empresa e as fontes que mais contribuem com receitas. Também considera a análise dos saldos em contas correntes e do caixa da empresa.

Ter um capital de giro

Entender o conceito de capital de giro e utilizá-lo corretamente no negócio faz parte da educação financeira do empreendedor.
O capital de giro corresponde ao montante necessário para a empresa se manter em pleno funcionamento. Esse recurso oferece maior segurança nos momentos de dificuldade financeira ou de diminuição do faturamento.
O empreendedor deve possuir uma reserva de capital bem estruturada e de acordo com as necessidades da organização. Esse valor servirá para manter as operações financeiras em dia. Como, por exemplo, pagamento de fornecedores, salários e impostos.
Entretanto, é preciso tomar cuidado para não exagerar no montante separado para este objetivo. Caso contrário, a organização poderá perder oportunidades de investimentos por não contar com recursos suficientes. Já que estão todos imobilizados ou direcionados para o capital de giro.
A gestão financeira realizada pelo empreendedor será responsável pelo equilíbrio na administração desse recurso.
As dicas que compartilhamos neste post demonstram como a educação financeira para empreendedores é fundamental para o sucesso de um negócio.
http://sebraemgcomvoce.com.br/a-importancia-da-educacao-financeira-para-empreendedores/

Oportunidades para micros empreendedores

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Pressão para transformar negócio faz com que empreendedores criem estratégias para inovar serviços

Para vencer a concorrência e até mesmo por necessidades comerciais é preciso estar sempre um passo a frente inovando, seja no produto ou serviço, e sair da zona de conforto

criatividade é uma característica que poderá fazer a diferença para um negócio se manter no mercado. Não basta apenas saber questões ligadas ao financeiro, logística, marketing se você não inovar seu produto. Caso contrário será apenas um a mais no mercado. Mas por que então muitas pessoas não dão a devida atenção quando o assunto é inovação?

Talvez a resposta esteja ligada ao fato de que desde muito cedo somos privados a não aprimorar o nosso processo criativo. E o empreendedorismo exige essa característica onde é possível criar soluções simples e tirar até mesmo uma empresa do vermelho. Criatividade anda de mãos dadas com a inovação para trazer melhorias a empresa como pensar e agir diferente, por exemplo, sair da zona de conforto e encontrar soluções para determinados problemas inovando em todas as situações e consequentemente aumentando as chances de atingir o sucesso.

De acordo com a 1ª Pesquisa de Inovação nas Franquias Brasileiras, realizada pela ABF (Associação Brasileira de Franchising), em parceria com a Confederação Nacional de Serviços, o uso de softwares e tecnologias foram o que impulsionaram o setor de franquias quando o assunto é inovação. Mais de 90% das redes adquiriram softwares entre 2014 e 2016, e 88,5% das franquias investiram no uso de tecnologia.

No entanto, inovar pode não parecer tarefa fácil para algumas pessoas, até mesmo pelo fato que é necessário vender o produto todo dia para manter-se no mercado. Muitos acabam inovando por questões de necessidade comerciais e pressão da concorrência.

Conheça agora história de franqueados que inovaram em seus negócios e são inspirações para outros empreendedores:

Exemplo de oportunidade

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Ricardo Lucio Costa, de 46 anos, é uma mente brilhante dentro da rede de franquia Acquazero (franquia especializada em lavagem ecológica automotiva). Algumas das suas ideias foram implantadas em outras unidades da marca.

Instalado no estacionamento do Minas Tênis Clube, em Belo Horizonte (MG), o horário de atendimento ao público oferecido pelo clube é diferente do horário de trabalho da franquia. Com isso, Ricardo percebeu que o número de clientes poderia ser bem maior caso mudasse a sua forma de atendê-los.

Foi então que criou um pequeno armário com chaves, instalado ao lado da recepção da franquia. “Pensamos em uma forma que o cliente assim que chegasse ao clube antes das 8h da manhã (horário da abertura da loja) pudesse deixar as chaves do veículo de uma forma segura”, diz.

O cliente estaciona o carro na loja, preenche uma prancheta no balcão com dados pessoais, inclusive o horário que necessita que ele esteja pronto, coloca a chave do automóvel em uma das gavetas do armário, tranca e leva consigo a chavinha (a empresa tem uma cópia de cada gaveta). Assim que o empreendedor chega a unidade ele analisa todos os serviços que o cliente marcou e os executa. O cliente só paga quando for buscar o veículo.

Já aqueles que irão buscar após as 18h (encerramento do expediente), o serviço é pago com antecedência e a chave da gaveta é entregue ao cliente junto a algumas orientações. Assim, quando ele for embora o carro já estará limpo e sua chave estará dentro de uma gaveta, gerando maior comodidade e confiança, já que ele não precisa voltar antes do horário do fechamento da empresa.

“No princípio houve um pouco de resistência dos clientes, mas tudo foi questão de conversa e adaptação. Essa medida que implantamos na empresa possibilitou aumentar a clientela que chegava bem cedo e não conseguia deixar o carro para limpeza. Hoje, em média, assim que chego toda manhã já tem dois carros para lavagem”, afirma o franqueado sobre a medida que implantou há dois anos em sua loja e que superou suas expectativas e foi alvo de inspiração para outros empreendedores, principalmente em relação ao horário de atendimento.

Superando os limites

Há menos de um ano Ricardo criou a ideia do tapete vermelho aos clientes. Ao subir no carro após a limpeza do veículo a pessoa pisa em um tapete estampado a logo da marca Acquazero. “A ideia principal é fazer com que o cliente se sinta importante em estar naquele lugar. O tapete é colocado na porta do motorista e quando ele está acompanhado também colocamos para o passageiro. Foi tão receptivo essa ação, pois há relatos dos clientes que afirmam se sentirem acolhidos. Há aqueles que ficam surpresos e pedem para fazerem até fotos”, afirma Costa.

A ideia foi tão bem aceita que todas as unidades da rede passaram a contar com esse pequeno detalhe, mas que tem um impacto significativo na hora de fidelizar o consumidor.

Com sede em estar sempre inovando, Costa também implantou há pouco tempo o “tapete de papel”, que após a limpeza do automóvel é colocado no chão do motorista, com diversas publicidades. Simples e barato a ação gerou lucro e satisfação dos parceiros que estão no anúncio.

Há quase cinco anos na franquia Ricardo não pretende parar de inovar. Ele acredita que o mercado está em constante transformação e para se destacar dos demais concorrentes é necessário estar em constante mudança. “Não é preciso criar ideias mirabolantes, uma insatisfação pode ser revertida em ações positivas, por isso a necessidade de conversar com o cliente, verificar o feedback que ele teve com o serviço, desde pontos positivos e negativos”, diz o empreendedor que afirma que pretende implantar novas medidas, conforme for surgindo a necessidade de se reinventar.

Ricardo enfatiza ainda que o que possibilitou a criar esses mecanismos para inovar em sua unidade foi a flexibilidade que a franqueadora abriu a ele, bem como a outros franqueados. “A atual gestão da Acquazero tem um profissionalismo gigante e sempre buscou resolver as necessidades da minha operação. Ele (Henrique Mol, diretor executivo da marca) é um empreendedor visionário e está sempre aberto a novas ideias e dando autonomia, possibilitando que criemos novas medidas para alavancar as vendas e se a ideia for boa a diretoria compartilha com todos os franqueados. Acredito que para um negócio dar certo, principalmente franquia onde geralmente é exigido padronização, o franqueado tem que estar em sintonia com a franqueadora, e vice-versa. A partir disso é possível crescer profissionalmente e faturar ainda mais”, conclui.

Um passo a frente da concorrência

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Por necessidades extras dos clientes, Paulo Mayeda criou novas ferramentas de análises gerenciais para complementar as informações do sistema da rede Gigatron Franchising(franquia desenvolvedora de software para empresas do varejo).

Ele próprio inovou alguns processos dentro de sua operação e hoje é modelo para outros franqueados da rede. “A necessidade de complementar informações e soluções para nossos clientes fez com que eu procurasse alternativas para suprir a demanda. A princípio havia um receio da franqueadora, em desenvolvermos os produtos por conta própria, mas devido ao sucesso das soluções, e grande receptividade por parte de outros franqueados, a franqueadora passou a apoiar nossa iniciativa, inclusive incentivando os franqueados a contratarem nossos serviços e soluções”, explica o empreendedor que buscou inovar há cerca de quatro anos e desde então vem aprimorando e criando novas medidas.

Entre as ideias criadas por Paulo nos últimos anos estão: a GPSync que faz a sincronização dos produtos cadastrados na matriz para as filiais. Sem necessidade de estarem todas as lojas conectadas na internet o tempo todo. Com isso as lojas não dependem de internet para vender. A cada 15 minutos sobem as informações da matriz para a "nuvem", que depois são atualizadas nas filiais. Ao mesmo tempo, todos CNPJs sobem informações para um site administrativo, onde o proprietário ou gerente recebe informações importantes das suas empresas, ajudando muito na tomada de decisões;

GPContábil: aplicativo local da empresa que verifica a mudança do mês. Todo dia primeiro envia um e-mail para os contadores, com todos os arquivos fiscais que ele precisa, juntamente com um relatório com o resumo das vendas para conferência. Com isso, reduziu muito o trabalho dos escritórios contábeis e também dos clientes, que ficavam dias com esse problema para regularizar toda a carteira de clientes dos escritórios, por ser um processo manual.

GPForça de Vendas: Um aplicativo para celular, onde os vendedores externos lançam vendas online ou offline e depois sincroniza com os dados da empresa, assim que tiverem sinal de celular ou wifi, agilizando o processo de lançamentos das vendas, que às vezes demoravam até uma semana;

GPSite: Através de uma API desenvolvida pela franqueadora, o franqueado desenvolveu sites de E-Commerce integrados ao sistema de gestão do seu cliente. Assim, os estoques ficam compartilhados e as vendas feitas no site são automaticamente atualizadas dentro do sistema, facilitando e agilizando muito o processo;

GPRateio: Solução específica para açougues que compram o "boi inteiro". Através de perfis de rateio, o açougue lança o peso do boi e o sistema faz o rateio proporcional por tipo de peça de carne, como por exemplo, cupim, picanha, patinho, etc.  Esse processo era manual antes da solução.

Ficou surpreso com a quantidade de ideias? Mas não para por aí não. Paulo realmente é o empreendedor que tem sede de mudança e enxerga oportunidades em setores carentes com serviços de tecnologia. Ele ainda criou mecanismos para soluções de armazenamento de receitas em óticas; controle de estoque feito para levantamento de dados em apenas algumas horas; backup de dados do sistema do cliente, que até então perdiam as informações dos computadores causadas por vírus e hoje pode ser armazenada em nuvem, entre outros.

Para ele inovar é crucial para se manter no mercado que está cada vez mais competitivo. “O mercado é pujante e sempre exige que façamos algo diferente para não sermos apenas "mais um" em um ramo com tanta concorrência. A pesquisa de novas soluções para facilitar, agilizar ou baratear custos para nossos clientes é constante”, avalia. No mercado de franquias há oito anos, Paulo pontua que ao longo desse tempo nunca perdeu um cliente para os concorrentes e que prioriza suporte e atendimento. “Temos hoje uma equipe de quase 20 profissionais, cinco carros e sete motos em todas essas cidades para fazer rapidamente os atendimentos presenciais que chegam em média a 500 por mês, além de 4 mil atendimentos remotos mensais”, conclui o empreendedor que administra loja física e o modelo home office nas cidades de Birigui, Araçatuba, Bilac, Penápolis, Campinas, Jundiaí e Ribeirão Preto, todas localizadas no interior do estado de São Paulo e que juntas possibilitam um faturamento (bruto) médio mensal de R$200 mil.


Fatos&Ideias Comunicação –
Renata Brito