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segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Moda íntima estimula varejo e é aposta certeira no mercado de franquias




Sutiã com ou sem bojo, meia taça, calcinha, fio dental, asa delta, cós alto, espartilho, com ou sem renda, pijamas, cuecas, short doll... uma infinidade de peças que passaram a ser itens indispensáveis na composição dos looks e deixaram de ficar escondidas por debaixo das roupas. De uns anos pra cá, homens e mulheres passaram a valorizar cada detalhe dessas peças fazendo com que o mercado de moda íntima no Brasil desse um salto importante para o varejo. A variedade abre oportunidades para um mercado diversificado que movimenta mais de US$ 30 bilhões por ano no mundo.

Segundo o IEMI – Inteligência de Mercado, o ticket médio de compras de roupas íntimas subiu de R$ 106, em dezembro de 2015 para R$ 127 em fevereiro de 2018, um aumento de 20%. Além disso, a quantidade de vezes que as brasileiras compram roupa íntima também aumentou no período, quando subiu de 5,2 para 5,5 ao ano. Em 2018, o consumo aparente de roupas íntimas (produção mais importação, excluindo a exportação) atingiu 880 milhões de peças.

Mercado promissor

Dentro desse contexto, a rede de franquia Mardelle, no mercado desde 1995, vem evoluindo no desenvolvimento de peças próprias e exclusivas para atender todos os públicos. Associada à ABF – Associação Brasileira de Franchising desde 2007, a marca possui 22 unidades (próprias e franqueadas) em funcionamento nos principais shopping da grande BH: Betim, Contagem e Belo Horizonte, e um e-commerce www.mardelle.com.br, onde são comercializados somente produtos de marca própria MARDELLE (feminino) e MANN (Masculino).

A marca mineira nascida em Betim/MG foi idealizada pelo casal Marcus Gonçalves , 48 anos, e Adele Britto, 45 anos. O negócio iniciou com o sistema de vendas porta em porta. Em 1997 ampliou sua atuação com a contratação de revendedoras autônomas e em 6 meses de trabalho, os sócios já tinham uma média de 150 revendedoras, quando decidiram montar a primeira loja da rede, no centro de Betim. O sucesso foi imediato e a rede não parou mais de crescer e por meio do sistema de franchising ampliou o número de lojas comercializando produtos de marca própria.

“A Mardelle vem apresentando um crescimento contínuo, baseado principalmente na qualidade dos produtos, do atendimento aos clientes e administração eficiente, com preço justo, focado em seu mercado de atuação. O respeito pelo cliente e colaboradores, o cultivo permanente de uma imagem de idoneidade e confiança, tanto em relação ao público interno quanto externo, são princípios e valores da marca”, explica Marcus Gonçalves, diretor de operações da marca.

O público consumidor dos produtos Mardelle é formado, predominantemente, por pessoas de ambos os sexos, das classes sociais B, C e D e toda faixa etária: infantil, juvenil e adulto. “A marca já possui uma aceitação muito positiva no mercado. São 25 anos entendendo as necessidades desse público. Hoje a rede fatura R$ 12 milhões ao ano com volume de peças vendidas em torno de 500 mil unidades e ticket médio em torno de R$ 96,00” salienta, Henrique Mol, diretor de expansão.

Variedade

Discretas, ousadas, pequenas, médias, grandes, extras grandes, designer inovador, tecnologia aplicada, conforto aliado à sensualidade, em todas as cores e até comestíveis. Esse mercado vive em constante evolução. Há modelos para o dia a dia, para a noite, para encontros românticos e para complementarem as blusas transparentes ou cavadas. O mix de produtos Mardelle compreende:

- Linha básica feminina – formada por calcinhas e sutiãs, de modelos, tamanhos e cores variadas, seguindo as tendências da moda íntima atual;
- Tangas e Fios – com formatos, tamanhos e cores variadas;
- Linha Noite - baby doll, camisolas e pijamas (masculinos e femininos).
- Linha básica masculina e infantil – cuecas, sungas, calcinhas e duas peças (feminina infantil);
- Fantasias – incluindo modelos diversos, em duas peças ou peça única, e uma variedade de roupas íntimas, que têm o objetivo de realçar a sensualidade feminina, e despertar o desejo dos homens. Inclui também peças sensuais masculinas.

Expansão

2020 será um ano revolucionário para a marca que acaba de integrar o hall de marcas que fazem parte da holding Encontre Sua Franquia, presidido pelo empresário Henrique Mol.

“Vamos trazer a experiência do franchising que temos já com várias marcas no mercado, para o modelo de negócio Mardelle, tanto na expansão como na satisfação da rede de franqueados com a operação. Nossa expansão terá foco em todo Brasil, de forma bem agressiva no ritmo que ditamos nas marcas que já temos no grupo. Nosso objetivo é conquistar 50 novas unidades em 2020 e crescer, no mínimo, 50% em faturamento”, conta Mol.

O empresário explica que esse é um negócio antigo, onde os sócios possuem alto conhecimento do mercado, há uma baixa complexidade de gestão e potencial de escala, fatores que chamam atenção em negócios no setor de franquias. “Com a experiência do grupo Encontre Sua Franquia acreditamos que vamos fazer o negócio decolar em unidades por todo Brasil em curto espaço de tempo”, explica.

O franqueado Mardelle deve ter identificação com o segmento de negócio. É fundamental ser uma pessoa dinâmica e com habilidade para lidar com o público. A rede oferece treinamento completo e apoio para o sucesso profissional, e suporte operacional inicial e contínuo que incluem: Assistência na escolha e definição do ponto comercial; Treinamento inicial e reciclagens nas áreas: Operacional e Administrativa; Assistência na definição do estoque inicial e estoque mínimo de produtos; Negociações com fornecedores, através do Sistema Conjunto de Compras para a Rede; Assistência contínua nas áreas operacional e administrativa; Assessoria no trabalho de divulgação da franquia; Apoio na inauguração.

Modelos de negócio

São dois modelos de negócio bruto que podem ser instalados em cidades acima de 50 mil habitantes divididos em loja de rua com investimento médio de R$135 mil e loja de shopping com investimento de R$160 a R$200 mil com retorno do investimento em um prazo médio de 20 a 24 meses e rentabilidade liquida mensal da ordem de 15% a 20% do faturamento bruto.

Ainda esse ano deve ser lançada uma nova modalidade home office que está em processo de formatação. “Estamos estudando os detalhes do mercado para atingir esse público com menor poder de investimento e que também vai atender as pessoas que não possuem tempo para ir até as lojas. O atendimento porta em porta será um grande diferencial. Em breve teremos novidades, explica, Mol.

Raio-x Geral - Mardelle

Modelo de negócio: Loja de rua ou shopping
Segmento de atuação: Moda Intima e Acessórios
Fundação: 1995
Início no franchising: 2007
Área: área mínima de 25 m² de área de atendimento em loja de rua e 40m² para loja de shopping e o tamanho máximo entre 40 e 45 m².
Unidades próprias: 13
Unidades franqueadas: 9
Investimento inicial: De R$135 mil a R$165 mil
Taxa de Franquia: R$30 mil
Investimento de instalação: De R$90 mil a R$120 mil (mobiliário, equipamentos iluminação, pintura, material de apoio, uniformes de funcionários, placa, custo de abertura da empresa, estoque inicial, despesas com inauguração e material de divulgação inicial)
Royalties: 10% sobre o total de compras efetuadas no mês anterior.
Capital de Giro: A partir de R$15 mil
Taxa de publicidade: 1,5% do faturamento bruto do mês anterior.
Taxa de licença uso de software: valor fixo de R$300,00 à empresa detentora do software
Número de funcionários: A partir de 3
Faturamento bruto médio mensal:  Previsto de R$50 mil (loja de rua) e de R$110 mil (loja de shopping)
Lucro líquido médio mensal:  Ordem de 15% a 20% do faturamento bruto.
Prazo de retorno: prazo médio de 20 a 24 meses (O prazo de retorno previsto não inclui a retirada mensal pró-labore, que deverá ser efetuada de acordo com a disponibilidade de caixa da empresa e a necessidade de reinvestimento dos lucros).
Prazo de contrato: 5 anos
Telefone: (31) 3654-5664
Site: www.mardelle.com.br                                                                                                                                               

Fatos&Ideias Comunicação – –fatoseideias@fatoseideias.com.br
Renata Brito

segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

MICRO EMPREENDEDOR - VAMOS COMEÇAR JUNTOS

JLC Consultoria Independente

Quer vender mais? Fidelizar seu cliente? Cativar o cliente é muito mais do que fazê-lo voltar, é fazê-lo indicar outros com propaganda boca a boca positiva. Saiba como motivar seus funcionários para encantar o cliente, percebendo qual sua real necessidade, motivações. Nós daremos dicas de como alcançar suas metas com a elaboração de um plano de negócio ajustado com as suas necessidades, analisando as oportunidades e ameaças do ambiente interno e externo. 

jlcconsultoria07@gmail.com
Whats 21/986095299

Como liderar uma empresa: A velocidade que a transformação digital impõe aos negócios

Grupo Bridge
Como liderar uma empresa: A velocidade que a transformação digital impõe aos negócios
Por Celso Braga, CEO do Grupo Bridge
A atenção é a habilidade essencial para o aprendizado, fundamental para a liderança atual, já que nos ajuda a resistir às distrações, inibir impulsos prejudiciais em nossas ações, postergar as recompensas na busca por metas e ficar preparados para aprender o necessário para chegar aos objetivos desejados.
Nas empresas o que mais se espera da liderança é que se mantenha em busca dos objetivos, mesmo diante de dificuldades e reveses, para deste modo coordenar os colaboradores na busca pelo sucesso nos resultados. Por isso, é fundamental que, diante de novas situações, o aprendizado (e a atenção sobre ele) seja fonte para liderar em tempos de transformações em alta velocidade, sejam elas digitais ou mercadológicas.
Quando os líderes ajudam seus colaboradores a otimizarem o aprendizado técnico e comportamental, fortalecem competências vitais à transformação digital e garantem uma nova velocidade de resposta em cenários mais instáveis.
É preciso lembrar, que este é um novo tipo de formação, tanto para colaboradores, quanto para os líderes no meio organizacional. Não há precedentes na forma de cultivar a habilidade de aprendizagem que estou falando, mas sei que os líderes que reforçam a preparação da atenção (suas e de seus colaboradores), bem como cultivam um ambiente de maior aprendizado, conseguem diminuir a ansiedade e dar melhores respostas diante da velocidade que a transformação digital impõe.
Como liderar uma empresa? Compreendendo um mundo mais amplo, entendendo o modo como as mudanças ocorrem, percebendo a interdependência dos aspectos físicos e digitais de um negócio. O modo certo de realizar esta empreitada ainda não está absolutamente definido, mas de fato algumas premissas são efetivamente claras. É nas “soft skills” que estão nossas pistas para a maior consistência na adaptação das organizações e dos líderes. Autogestão, autoconsciência, empatia e habilidades sociais, são os principais fatores de sucesso, porque claramente a empresa pode comprar o último software do mercado, a melhor máquina conectada, ter os melhores desenvolvedores técnicos, porém é a interdependência sistêmica entre pessoas que vai levar a organização a outro patamar no momento de entregar produtos ou serviços aos clientes.
O papel do líder na transformação digital é formar outros líderes para lidar com o futuro, lidar com o que ele mesmo não lidou, o que vamos fazer ainda não está claro dentro do universo organizacional, nós sabemos sim que será novo e que precisaremos de pessoas que façam diferente do que fizemos até aqui, e este é um grande desafio. Afinal, como formar um sucessor sem ensinar “a fórmula de como lidar com a organização” já que tudo está em transformação? O Foco é a atenção para aprender e reaprender constantemente.
  • Celso Braga - Sócio-diretor do Grupo Bridge, Psicólogo e Mestre em Educação, pós-graduado em Psicodrama Sócio Educacional pela ABPS, Professor supervisor pela FEBRAP. Acumula experiência de mais de 25 anos em desenvolvimento humano e projetos de conexões educacionais e inovação. É autor dos livros ‘A Jornada Ôntica’ (2013), ‘O Hólon da Liderança’ (2015), ‘Inovação: diálogos sobre a prática’ (2016), ‘Inovação: diálogos sobre colaboração produtiva’ (2017), A Magia dos Sentimentos: 27 emoções para transformar sua vida       e em 2019 lançou os livros em versão digital; Lifelong Learning - Aprender para a Vida e Empowerment, uma liderança que inspira. Celso Braga é coautor do livro ‘Educação para Excelência’ (2010). 
  • Comunicação Vertical

Franquia é começo para quem quer fugir dos grandes centros e morar no interior

Franqueado mudou-se para interior de SP, abriu unidades da Via Certa e posteriormente fez deste um negócio em família

São Paulo, assim como as grandes capitais, divide opiniões. Enquanto alguns visualizam o local como uma “terra de oportunidades”, outros não querem nem saber da correria e do agito que são encontrados por lá. Por isso, o chamado movimento de interiorização – pessoas se mudando para o interior - cresce a cada ano.

É o caso do empresário Renato Guimarães, 62 anos. Ele e a esposa sempre sonharam em sair da correria de SP, porém o trabalho dos dois impedia que a mudança de fato acontecesse. Até que um dia, a coragem apareceu. Em 2018, Guimarães mudou-se para Paraguaçu Paulista – cidade com população estimada em 2019 com 45.703 habitantes (segundo o site do IBGE) – onde deu início a um negócio que vem garantindo o sustento de toda a sua família e se tornou de fato familiar.

De olho no mercado de educação

Renato optou por abrir uma unidade da franquia Via Certa (especializada em educação profissional) na nova cidade. A marca possui mais de 30 cursos nas áreas mais buscadas pelos brasileiros, como: administração, marketing, indústria e energia, informática e tecnologia, línguas, saúde, estética, entre muitos outros.

A metodologia é diferenciada e conta com um sistema de ensino híbrido que mescla a disciplina entre aulas por uma plataforma online - em que apresenta uma série de lições e explicações, e com especialistas da área.

Por lá o negócio deu tão certo que em apenas dois meses, o franqueado conseguiu atingir o ponto de equilíbrio da operação. “Havia na cidade uma demanda reprimida. Inauguramos no início do ano, período bastante favorável para o nosso segmento.
Conseguimos captar um número alto de alunos muito rapidamente”, explica Renato.
Para adquirir uma unidade, é necessário fazer o investimento a partir de R$130.573, e o lucro líquido estimado é a partir de R$13 mil.

Em família

Em Paraguaçu Paulista, enquanto o negócio fluía e fazia muito sucesso - antes de completar um ano - Renato recebeu a proposta de abrir outra unidade, mas dessa vez em Assis (SP). Ele não pensou duas vezes. Abriu e colocou o filho mais velho para assumir a gestão.

Neste meio tempo, satisfeito com os resultados, ele incentivou ainda, o filho caçula que mora em São Paulo a comprar uma unidade também da escola profissionalizante em Vinhedo (SP) em sociedade com outro franqueado e deu certo.

Contudo, devido à distância, o sócio do filho vendeu a parte dele, assim a unidade ficou sob a responsabilidade da nora do Renato. “Sempre tivemos o desejo de ter negócio próprio em família, e de repente as coisas começaram a dar certo de uma vez. Quando vimos estávamos com três unidades e todas com um ótimo desempenho no mercado”, conta satisfeito o empresário, explicando ainda que toda a família está envolvida de alguma forma com os negócios. “Atuamos de forma familiar. Segmentamos o financeiro, pedagógico e administrativo, cada um atuando na área de perfil exigido para o cargo. Eu cuido da parte do setor comercial juntamente com meu filho que atua mais na unidade de Vinhedo”, ressalta.

Para ele os maiores desafios para conduzir as unidades se resumem a uma: deslocamento. Ele explica que isso é possível porque por um lado ele teve todo um suporte dado desde o início, com análise do plano de negócio, orientação voltada para o mercado onde foram instaladas as unidades, além de ter recebido treinamentos constantes.

Tem sido uma jornada bastante desafiadora, porém a cada dia vislumbramos possibilidades de crescimento. A franqueadora atua muito fortemente em treinamento. Imagina, você, que semanalmente acesso a plataforma UNIVC - Universidade Via Certa, onde sou submetido a avaliações para testar os conhecimentos adquiridos em treinamento. Temos acesso a muitas ferramentas de gestão, é um casamento que deu certo. Por isso os resultados aparecem”, finaliza.

Sobre a Via Certa
A Via Certa é uma rede de franquias com atuação no mercado de cursos profissionalizantes criada em 2012, em Birigui (SP). Com uma metodologia híbrida, promovendo aulas individualizadas e vivenciais, a marca possui uma grade com mais de 30 cursos de diversos segmentos voltados para estudantes e adultos com idade ilimitada. Atualmente são mais de 30 unidades espalhadas pelo Brasil, cujo investimento inicial do modelo de negócio é a partir de R$130.573,00. https://viacertacursos.com.br/


Fatos&Ideias Comunicação 
Renata Brito

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Gestão de estoque em sete passos

Empresas devem seguir algumas recomendações para obter vantagens competitivas com o outsourcing logístico
Por Ruben Belluomo*
A inovação nos serviços de logística é essencial para manter as vantagens em relação à concorrência e reduzir os custos logísticos, que consomem boa parte do faturamento das companhias brasileiras. Segundo a Fundação Dom Cabral, as empresas gastam, em média, 12,37% do seu orçamento bruto com custos logísticos no Brasil. Para reverter esse quadro, organizações de todos os portes e de todos os setores estão reconhecendo a necessidade de investir em tecnologia para obter maior agilidade na execução da cadeia de abastecimento e maior vantagem competitiva.
Muitas empresas estão optando por fazer parcerias com operadores logísticos terceirizados (3PL – abreviação do inglês Third-party logistic), com os quais conseguem aumentar seus recursos e capacidades para superar os desafios do setor. O outsourcing logístico oferece localizações mais próximas dos clientes e podem ser alocados, retirados ou realocados rapidamente, proporcionando uma melhor adaptação às exigências do mercado. Essa solução fornece o benefício da flexibilidade de aumentar ou diminuir o fluxo de trabalho, de acordo com a volatilidade do ramo de atividade e com as condições econômicas.
Mesmo assim, muitos 3PLs se deparam com aplicativos defasados, falta de capacidade em transações móveis e na identificação automática (por código de barras), gestão de trabalho ineficiente, falta de apoio a fluxos de trabalho para diversos clientes e gestão de inventário/espaço, problemas de faturamento e outros problemas relacionados às capacidades essenciais para conquistar este mercado de alta competitividade.
Assim, seria interessante seguir um roteiro de melhores práticas para aperfeiçoar a sua gestão de estoque e obter vantagens com uma estratégia 3PL:
  1. Desenvolver e comunicar as estratégias comerciais aos gerentes e funcionários
Muitas empresas não estão documentando ou comunicando seus planos de ação às pessoas encarregadas de executá-la. O alinhamento estratégico dos seus recursos operacionais com sua força de trabalho faz com que seja mais fácil executar os processos e atividades que mantêm sua empresa competitiva e produtiva. Uma organização bem alinhada e que possui métricas de desempenho em sinergia com os projetos, tem mais chances de contar com uma equipe de trabalho motivada e que desempenhe suas atividades de forma mais eficiente e produtiva para obter resultados desejados.
Ao investir tempo analisando a funcionalidade, os recursos tecnológicos da plataforma utilizada, os roteiros futuros e a experiência no ramo, oferecidos pelos 3PL, você criará um entendimento básico sobre como a TI pode te auxiliar na relação com a concorrência e a desempenhar operações de nível mundial. Quanto mais experiências um fornecedor tiver na área em que você atua, mais tecnologia terá para se adequar às suas exigências.
  1. Identificar líderes de processos em período integral para gerenciar o projeto
Esta não é uma tarefa a ser executada em meio período. Especialistas no assunto (SMEs), responsáveis pelos processos, gerentes, operadores e outros participantes podem ser contratados para trabalharem em meio período, conforme solicitado pelos gerentes de projeto. O projeto em si, juntamente com a documentação e a comunicação com o comitê diretor durante todo o processo de seleção, é uma tarefa em tempo integral.
  1. Avaliar e documentar os processos de execução da cadeia de abastecimento e fluxos de trabalho
Isto é especialmente essencial para um 3PL que atende diversos clientes, que possuem exigências de pedidos, sistemas, fluxos de trabalho e pedidos de custos/faturamento diferentes. É vital analisar e revisar detalhadamente cada um dos processos de execução da cadeia de abastecimento para identificar as áreas a serem inovadas, bem como determinar as exigências do sistema. O levantamento impreciso de exigências é o principal motivo de erro ou falha nas implantações.
  1. Conduzir uma pesquisa de mercado secundária sobre os sistemas e tecnologias de execução da cadeia de abastecimento
Aproveite que muitos fornecedores têm muitos anos de experiência em um determinado setor e deixe-os explicar o processo de seleção pelo qual passaram, a experiência de implantação (boa, ruim ou péssima), vivência com a operação e manutenção contínuas, adoção de nova funcionalidade, facilidade de integração e suporte a fluxos de trabalho, faturamento e operações com diversos clientes.
É importante conduzir esta pesquisa antes do processo de seleção. Essa ação vai lhe ajudar a consolidar suas exigências e a validar sua lista resumida. Isto também poderá alertá-lo sobre novas considerações que você ainda não tenha documentado.
  1. Mapear suas descobertas (funcionalidade e características) nos processos, métricas e estratégias
Partindo das orientações da etapa três, também é importante corresponder à funcionalidade que está disponível no mercado aos seus processos específicos para identificar rapidamente quaisquer lacunas nas aplicações. Isto também ajuda a revelar e quantificar a forma como a nova tecnologia pode melhorar as operações.
  1. Conduzir uma pesquisa com usuários não referenciados
Além das referências fornecidas pelos candidatos do seu sistema, identifique os usuários dos aplicativos que não são referências. Elabore uma lista abrangente de perguntas para a entrevista e realize quantas entrevistas possíveis com usuários dos aplicativos.
  1. Liberar um questionário RFP para os vendedores qualificados e conduzir um processo de seleção rigoroso
Durante este processo, você poderá identificar áreas a serem aprimoradas dentro das suas operações atuais. Você também poderá descobrir que seus sistemas existentes podem ser atualizados ou expandidos com novas funcionalidades ou nova tecnologia, e que você não precisa necessariamente de um sistema novo. É importante fazer uma revisão e levantamento completo sobre a estratégia, do pessoal, processo e tecnologia para determinar as suas necessidades de solução.

Ruben Belluomo é Sales Manager e Supply Chain da Infor

Willians Ribeiro wribeiro@brsa.com.br

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Principais erros de planejamento para quem está em busca de negócio próprio

Henrique Mol é presidente do Grupo Encontre Sua Franquia e fala o que deve ser evitado no empreendimento nos anos iniciais para não fechar as portas, principalmente as pequenas empresas

Henrique Mol é um empresário nato com visão para os negócios. Hoje ele está à frente da presidência do Grupo Encontre Sua Franquia, detentora das redes Encontre Sua Viagem, SUAV Beleza e Estética, Fórmula Pizzaria, Quisto Corretora de Seguros, Acquazero, além da Zaplus (distribuidora focada em abastecer as unidades franqueadas do grupo), mas para alcançar o sucesso ele enfrentou a amargura de ter um negócio fracassado.

Aos 18 anos ele abriu seu primeiro próprio negócio: uma empresa focada em publicidade para jornais de bairro. A fase que gerou orgulho à família mais tarde se tornou o momento mais difícil da vida dele. O negócio que estava caminhando bem começou a declinar após alguns meses de funcionamento. A empresa começou a levar calotes e várias dívidas se acumularam. Em menos de dois anos de abertura da empresa o negócio naufragou.

“Atribuo a isso a falta de maturidade da época, e claro, bom planejamento. Hoje sei que para um negócio realmente dar certo é necessário se organizar e elaborar um plano de negócio, caso contrário é desperdiçar tempo e dinheiro à toa”, declara o executivo.

E é justamente por já ter passado por situações que levaram ao fracasso que Mol dá algumas dicas preciosas para quem está em busca de abrir o negócio próprio:

·         Planejamento: Todo início de negócio requer muitos desafios, quase que diariamente surgi um problema-solução novo. A maioria das pessoas que vão empreender em franquia não tem experiência alguma em gestão, daí a importância de criar um planejamento. Listar os objetivos a curto, médio e longo prazo e o que deve fazer para alcançar cada meta. Não desanime, todo início é difícil;
·         Apoio familiar: Com a economia ainda tomando fôlego algumas pessoas acreditam que esse pode não ser o momento de abrir um negócio e acabam desestimulando. A falta de apoio familiar é um grande empecilho e pode impactar o negócio. Alguns familiares não acreditaram no meu trabalho, só perceberam que eu estava certo quando eu estava administrando o meu segundo negócio. Nessa hora é necessário muita dedicação e comprometimento, e no início do negócio isso pode exigir um tempo maior de trabalho. A dica é envolver a família e os amigos mais próximos, apresente seu negócio a eles, mostre o seu diferencial;
·         Aptidão: Não invista em algo apenas por ser altamente lucrativo. Invista em algo que te dê prazer. A falta de aptidão e interesse mata negócios promissores logo no início da gestão;
·         Escolhendo a dedo: Escolha colaboradores que sejam engajados com o seu negócio. Nem sempre aquele que tem mais experiência é a pessoa certa. Já me deparei com pessoas inexperientes, porém comprometidas que fizeram a diferença. Contratações erradas podem levar a prejuízos;
·         Operacional: Estude o mercado do segmento que busca abrir. Conheça seu público, o que ele busca, crie o seu diferencial. Às vezes você tem conhecimento técnico do serviço e não tem tino para administrar. Mas ser dono do próprio negócio requer conhecer todos os processos, inclusive os burocráticos;
·         Capital de giro: Qualquer negócio requer capital para você manter as contas em dia enquanto ainda não recuperou seu investimento. Geralmente no início do empreendimento você pode ter que tirar dinheiro do próprio bolso para quitar gastos do dia a dia da empresa, até mesmo por ser algo que está chegando no mercado. A falta de projeção financeira pode levar a prejuízos, inclusive o fechamento da empresa;
·         Contas pessoais: Nunca misture as contas pessoais com os gastos da empresa. Esse caminho pode levar da abertura ao fechamento em pouco tempo. Todo dinheiro que entrar em caixa separe apenas para a empresa. Se você tem dificuldades para gestão financeira busque auxílio. Hoje vemos várias ferramentas disponíveis gratuitamente na internet. Os franqueados da Encontre Sua Franquia tem acesso a plataforma do ensino à distância direcionado ao negócio que irá abrir. Lá é possível encontrar várias técnicas de gestão, como captar clientes, como vender mais, etc.
·         Atendimento: Tenha sempre um atendimento personalizado. Nenhum cliente é igual ao outro. Cordialidade, atenção e educação são imprescindíveis, independentemente de quem seja seu cliente. Um cliente satisfeito retorna, mas um cliente insatisfeito irá falar para sua rede de amigos e pode minar o seu negócio.

Uma empresa começa dar os primeiros sinais de problemas na gestão quando inicia um processo de atraso no contas a pagar. “É necessário entender a realidade financeira do negócio, verificar se realmente os custos estão maiores que as receitas ou ajustes no fluxo de caixa da empresa”, ressalta Mol.

O executivo reforça ainda que a Encontre Sua Franquia auxilia no planejamento do negócio junto ao franqueado, para isso, mapeando os custos da operação e planejamentos de evolução que o negócio precisa alcançar. 

A equipe de suporte também acompanha em campo, através de visitas periódicas e contatos frequentes realizados com o franqueado.
Segundo o Sebrae, 25% das pequenas e microempresas fecham no Brasil com apenas dois anos de atividades, com cinco anos esse número salta para mais de 50%. Entre os principais motivos está o endividamento, baixo lucro e má gestão empresarial.

Renata Brito - Fatos&Ideias Comunicação renatabrlcomunica@gmail.com


quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

OPORTUNIDADE PARA NOVOS ESCRITORES - EMPREENDEDORES

Você escritor empreendedor que deseja divulgar seu livro fale conosco, teremos prazer em publicar trechos dos livros para atrair o interesse dos leitores.

Lembrando que os trechos a serem publicados serão analisados e devem conter a devida assinatura do autor e a autorização para a publicação dos trechos propostos.

entre em contato conosco: jlcconsultoria07@gmail.com